Antes de mais nada, a glicemia representa a quantidade de glicose presente no sangue. Ela é essencial para fornecer energia às células, mas tanto valores muito altos quanto muito baixos podem trazer sérios riscos à saúde.
Riscos da glicemia alta (hiperglicemia)
Curto prazo: sede intensa, fadiga, visão embaçada e aumento da frequência urinária.
Longo prazo: risco de complicações como retinopatia (problemas de visão), insuficiência renal, neuropatia (danos nos nervos) e doenças cardiovasculares.
Portanto, manter a glicose controlada é fundamental para evitar danos silenciosos e progressivos.
Riscos da glicemia baixa (hipoglicemia)
Curto prazo: tontura, tremores, sudorese, confusão mental e até perda de consciência.
Grave: crises hipoglicêmicas podem levar a convulsões e colocar a vida em risco.
Assim, reconhecer os sinais precocemente ajuda a agir rápido e evitar complicações.
Cuidados essenciais
Monitoramento frequente: medir a glicemia regularmente ajuda a identificar alterações.
Alimentação equilibrada: evitar excesso de açúcares simples e manter refeições regulares.
Atividade física: melhora a sensibilidade à insulina e ajuda no controle da glicose.
Acompanhamento médico: consultas periódicas são indispensáveis para ajustar o tratamento.
Além disso, em casos de hipoglicemia, consumir carboidratos de rápida absorção (como suco ou balas) pode normalizar os níveis rapidamente.
Comparativo rápido
Situação
Valor (mg/dL)
Risco principal
Cuidados imediatos
Hipoglicemia
Tontura, desmaio, convulsões
Ingestão rápida de carboidratos
Normal
70 – 99
Equilíbrio saudável
Manter hábitos regulares
Pré-diabetes
100 – 125
Risco aumentado
Prevenção com dieta e exercícios
Hiperglicemia
≥ 126
Complicações crônicas
Tratamento médico e controle diário
Conclusão
Em resumo, tanto a glicemia alta quanto a baixa exigem atenção imediata. Portanto, cuidar da alimentação, praticar exercícios e realizar acompanhamento médico são passos indispensáveis para manter o equilíbrio e proteger a saúde.