O plano de saúde ambulatorial é o mais básico e foca em atendimentos fora do ambiente hospitalar. Sua cobertura geralmente inclui consultas médicas com diversos especialistas, exames laboratoriais e de imagem, e terapias. É uma ótima opção para quem busca acompanhamento regular de saúde e prevenção, sem a necessidade de internações frequentes.
Já o plano hospitalar oferece cobertura para internações, cirurgias e procedimentos de alta complexidade. Existem variações com ou sem obstetrícia, sendo que esta última inclui os custos relacionados ao parto. Este tipo de plano é essencial para quem busca segurança e tranquilidade em situações de emergência médica ou necessidade de tratamentos que exigem internação.
O plano odontológico é específico para a saúde bucal, cobrindo desde consultas de rotina e limpezas até tratamentos mais complexos como canal, próteses e, em alguns casos, ortodontia. É um complemento importante para a saúde geral, pois a saúde bucal está diretamente ligada ao bem-estar do corpo.
O Plano Referência, definido pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), oferece um conjunto básico de coberturas, servindo como um parâmetro. Por outro lado, o plano completo ou combo, como o nome sugere, engloba diversas modalidades, como ambulatorial, hospitalar e, muitas vezes, odontológico, oferecendo uma proteção mais abrangente. A escolha entre eles dependerá do seu perfil de uso e das suas necessidades específicas.
Ao escolher um plano, é fundamental atentar para a abrangência geográfica (municipal, estadual ou nacional), que define onde você poderá ser atendido. A acomodação (enfermaria ou apartamento) durante internações também impacta no valor e no conforto. Além disso, planos podem ter ou não coparticipação, que é um valor pago à parte a cada utilização. Planos sem coparticipação costumam ter mensalidades mais altas, enquanto os com coparticipação oferecem mensalidades menores, mas com custos adicionais a cada procedimento.